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      <title>Celpe vai fornecer energia limpa para Fernando de Noronha</title>
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             Empresa vai acionar dois novos módulos de baterias solares fotovoltaicas, reforçando o sistema de armazenamento na ilha
            
                        &#xD;
        &lt;/i&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), acionou um termo de cooperação com o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, para acionar dois novos módulos de baterias solares fotovoltaicas, reforçando o sistema de armazenamento na Ilha de Fernando de Noronha, o que vai praticamente dobrar a utilização de energia limpa em horários de pico. Desta maneira, as ações de sustentabilidade e redução de emissões de gás carbônico recebem novo impulso. 
         
                  &#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Para o governador, Pernambuco está cumprindo o papel de colocar a sustentabilidade, o clima, as boas práticas em relação à proteção do meio ambiente como pilares importantes de políticas públicas. “Não existe desenvolvimento se não houver equilíbrio entre o econômico, o social e o meio ambiente protegido”, afirmou Paulo Câmara.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
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    &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Para que o projeto cumpra seu real papel de ser sustentável, deve seguir algumas ações, entre elas a redução de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE). Este é um passo importante previsto no projeto “Noronha Carbono Zero”, que visa tornar o arquipélago um território neutro na emissão de GEE, substâncias causadoras do aquecimento global. Dessa forma, o acordo ganha uma importante dimensão no processo de planejamento e na garantia da transformação da matriz energética em Fernando de Noronha.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Entre outras iniciativas estão previstos ainda um investimento de R$ 19 milhões captados pela Celpe, em parceria com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), para serem utilizados na compra de veículos. Todos os gastos relativos ao consumo e desgaste serão computados, e vão dar base para aplicar a mobilidade elétrica em Fernando de Noronha. “Também serão investidos recursos para a implantação de 13 ecopostos, que abastecem os carros através da energia captada”, comentou Antônio Bertotti, secretário estadual de Meio Ambiente.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          O termo estabelece, ainda, a criação de uma equipe multidisciplinar de trabalho composta por representantes da Celpe, Semas e da Administração de Fernando de Noronha, encarregada de desenvolver e implementar ações para preservação ambiental e sustentabilidade.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A ilha já conta com duas usinas solares e nove sistemas de geração distribuída, que utilizam painéis fotovoltaicos. Atualmente, as centrais energéticas de fonte renovável representam aproximadamente 10% do consumo local de energia. Como forma de incentivar a utilização de carros livres de emissões poluentes, a Celpe mantém em Noronha, desde 2015, um veículo elétrico e o primeiro posto de energia solar.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Em janeiro deste ano, o governador Paulo Câmara sancionou o Decreto-Lei nº 16.810/20, que regulamenta a entrada e circulação de carros a combustão na ilha. Com a medida, que também integra o projeto “Noronha Carbono Zero”, nenhum carro movido a gasolina, álcool e óleo diesel entrará na ilha a partir de 2022. Os veículos que já estão em Noronha poderão continuar transitando até 2030, quando o trânsito será definitivamente restrito apenas aos transportes elétricos. 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
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      <pubDate>Thu, 10 Sep 2020 13:32:22 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Emirados Árabes Unidos negocia menor tarifa para energia solar no mundo</title>
      <link>https://www.solarmar.com.br/emirados-arabes-unidos-negocia-menor-tarifa-para-energia-solar-no-mundo</link>
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  &lt;div&gt;&#xD;
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      &lt;i&gt;&#xD;
        
                        
            Consórcio formado pela francesa EDF e pela empresa solar chinesa JinkoPower ofereceu US $ 0,0135/kWh pela energia gerada na fazenda solar Al Dhafra 
           
                      &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          O governo do Emirados Árabes Unidos anunciou, no dia 28 de abril, que negociou o menor preço mundial para a eletricidade solar na oferta solar de 1,5 GW lançada pela Emirates Water and Electricity Company (EWEC) em julho do ano passado. 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Segundo comunicado da assessoria de imprensa do governo do Emirados Árabes Unidos, o licitante foi um consórcio formado pelo grupo de energia francês EDF e pela empresa chinesa de energia solar JinkoPower, que ofereceu AED0.0497/kWh (US$ 0,013533) pela energia gerada na fazenda solar Al Dhafra.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A oferta EDF-Jinko de US$ 0,0135/kWh é cerca de US$ 0,0021 menor do que o recorde anterior de QAR0,0571/kWh (US$ 0,0156/kWh) que a Total e a Marubeni ofereceram na oferta de 800 MW do Catar no final de janeiro.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Ainda de acordo com a assessoria de comunicação, o consórcio escolhido será dono de até 40% de um veículo de propósito especial criado para o projeto, com a participação restante da Abu Dhabi Power Corporation e outras entidades governamentais não reveladas.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A fazenda solar Al Dhafra está programada para iniciar operações comerciais no segundo trimestre de 2022. A data oficial definida para a abertura das ofertas de preços finais foi adiada por causa das restrições de coleta pública relacionadas ao Covid-19 nos Emirados. Assim que entrar em operação, a fazenda solar será a maior usina fotovoltaica do Oriente Médio.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Por enquanto, o parque solar Sweihan de 1,17 GW em construção pela empresa indiana de engenharia, de propriedade da Sterling e Wilson no emirado de Abu Dhabi é o maior da região, uma vez que entrou em operação comercial em julho de 2019.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          De acordo com informações do jornal Emirati The National, a oferta EDF-Jinko concorreu com mais quatro consórcios: um formado pela gigante de energia saudita ACWA Power – e incluindo a concessionária chinesa Shanghai Electric; outro composto pela gigante petrolífera francesa Total e pela empresa de comércio japonesa Marubeni; outro incluindo o grupo francês Engie e o Poder Internacional; e um quarto incluindo o Softbank do Japão e o fornecedor italiano de petróleo e gás Eni. 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 12 May 2020 12:51:52 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Energia solar e eólica, juntas, ultrapassam hidrelétricas em capacidade instalada no mundo</title>
      <link>https://www.solarmar.com.br/energia-solar-e-eolica-juntas-ultrapassam-hidreletricas-em-capacidade-instalada-no-mundo</link>
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
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             Segundo relatório da IRENA, energia solar segue como a fonte renovável que mais cresce no mundo, com uma expansão da capacidade instalada de 20%, um incremento de 98 GW
            
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Por Andrea Vialli
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Pela primeira vez na história, as fontes solar e eólica, combinadas, ultrapassaram as hidrelétricas em capacidade instalada global em 2019, conforme aponta relatório divulgado pela IRENA (Agência Internacional de Energia Renovável, na sigla em inglês). 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          O mundo alcançou 2.537 GW de capacidade instalada acumulada em fontes renováveis no ano passado. Com 1.190 GW, a fonte hídrica ainda representa sozinha a maior fatia (47%), mas a expansão das fontes eólica (25%) e solar fotovoltaica (23%) já soma 1.209 GW, com capacidades de 623 GW e 586 GW, respectivamente. As outras fontes renováveis que aparecem no relatório são a biomassa (124 GW), geotérmica (14 GW) e maremotriz (500 MW).
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Somando todas as fontes, a capacidade instalada das fontes renováveis de energia expandiu 7,4% em 2019. A energia solar segue como a fonte renovável que mais cresce no mundo, com uma expansão da capacidade instalada de 20%, um incremento de 98 GW. Junto com a eólica, que cresceu 10%, responde por 90% dos incrementos à rede em 2019, apontou o relatório. Já a expansão da capacidade das hidrelétricas foi de apenas 1%, com um incremento de 12 GW. 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          O Brasil alcançou capacidade instalada de 4,4 GW em energia fotovoltaica e 15,4 GW em eólica em 2019 e segue a tendência global de perda de protagonismo das hidrelétricas, que deve se acentuar ao longo da próxima década. “Esta década será marcada por um encolhimento da geração hidrelétrica e um maior crescimento da solar e eólica, seguido das térmicas a gás natural, como evidencia o próprio Plano Decenal de Expansão de Energia”, afirma João Carlos Mello, presidente da consultoria Thymos Energia. 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          O documento, lançado em fevereiro pelo Ministério de Minas e Energia (MME) aponta para um cenário em 2029 onde as hidrelétricas, que hoje respondem por 59% da capacidade, passarão a responder por 42% da matriz elétrica. A solar fotovoltaica saltará dos atuais 2% para 8%, enquanto a eólica avança de 9% para 16%. As usinas térmicas a gás natural, que hoje garantem 7%, da energia, dobram sua participação. 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A complexidade do licenciamento e construção de grandes usinas, somada às incertezas no regime de chuvas são alguns dos fatores que justificam a retração na geração hidrelétrica. De outro lado, o avanço das tecnologias para geração solar e eólica contribui para baratear os custos de produção. “O preço da energia ficou bastante atraente. Se no primeiro leilão de energia fotovoltaica o MWh tinha preço final de R$ 400, no último leilão ficou abaixo de R$ 150”, diz Mello. Outro fator que favorece a ampliação das fontes solar e éolica é a característica de ambas serem escaláveis e descentralizadas.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Os dados da IRENA sinalizam uma mudança de patamar importante, na avaliação de Rodrigo Sauaia, presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR). “Isso seria impensável há alguns anos e virou uma realidade a partir dos dados consolidados do ano passado”, diz Sauaia. A expectativa é de que, mantido o atual ritmo de expansão da energia solar fotovoltaica, a fonte ultrapasse a eólica em capacidade instalada global já em 2021, afirma. 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Os países asiáticos (China, Japão, Índia, Coreia do Sul e Vietnã) seguem dominando a geração fotovoltaica no mundo, com um incremento de 56 GW, segundo o relatório da IRENA. Outros avanços importantes ocorreram nos Estados Unidos, Austrália, Espanha, Ucrânia e Alemanha. Apesar da tendência de expansão, tanto a eólica quanto a fotovoltaica são fontes intermitentes e ainda têm à frente o desafio do armazenamento. “O custo de estocar a energia gerada em sistemas híbridos com grandes baterias é elevado, então viabilizar o armazenamento será crucial no cenário de transição energética” diz Maurício Salla, executivo da divisão de negócios e energia da Crowe, multinacional de auditoria e consultoria.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
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      <pubDate>Mon, 20 Apr 2020 18:02:44 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Austrália vai exportar energia solar para Singapura</title>
      <link>https://www.solarmar.com.br/australia-vai-exportar-energia-solar-para-singapura</link>
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;i&gt;&#xD;
          
                          
             Eletricidade será transportada por meio de um cabo submarino de 3,8 mil quilômetros
            
                        &#xD;
        &lt;/i&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
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          Um novo projeto na Austrália com o nome de ‘Sun Cable’ prevê a construção de uma usina solar em uma área de 15 mil hectares, perto de Tennant Creek, com capacidade para 10 gigawatts. A energia irá abastecer Darwin e será exportada para Singapura, por meio de um cabo submarino de 3,8 mil quilômetros. 
         
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          O projeto Sun Cable poderá ser pioneiro na indústria de exportação de energia renovável na Austrália, podendo dar origem a novas indústrias de manufatura e empregos na construção. Além disso, o projeto é uma oportunidade de reduzir a dependência do país de exportação de carvão e gás para China.
         
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          A Austrália é o terceiro maior exportador de combustíveis fósseis do mundo, o que gera intenso debate em relação às mudanças climáticas. Mas a economia depende fortemente das receitas de exportação de combustíveis como carvão e gás, que criam emissões substanciais de gases do efeito estufa quando queimados.
         
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          Além do ‘Sun Cable’, outros projetos semelhantes caminham com a ideia de explorar os vastos recursos de energia renovável do país. Com investimento de custo de 20 bilhões de dólares, o projeto foi anunciado no ano passado por um grupo de investidores australianos. Segundo os investidores, a iniciativa poderá suprir até um quinto das necessidades de energia de Singapura até 2030, e substituiria uma grande parte da eletricidade gerada por combustíveis fósseis utilizados em Darwin. A previsão é que a Sun Cable seja concluída em 2027.
         
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          A empresa 5B de Sydney foi contratada pelo projeto Sun Cable para utilizar a sua tecnologia de pré-fabricação de painéis solares, de forma a acelerar a construção da usina solar. A empresa vai pré-montar os painéis solares e entregá-los no local, prontos para montagem rápida.
         
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          Outros projetos similares de exportação de energia renovável já estão pegando carona no país como o Projeto de Hidrogênio Renovável de Murchison, na Austrália Ocidental. Este utilizará a energia produzida por parques eólicos e solares, de modo a criar hidrogênio renovável para transportá-lo para o leste da Ásia como hidrogênio líquido.
         
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          Estas iniciativas vão ao encontro da estratégia de hidrogênio renovável do governo da Austrália Ocidental que se esforça para tornar o hidrogênio limpo um fator determinante para o futuro das exportações do país.
         
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      <pubDate>Tue, 07 Apr 2020 13:58:31 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Enel mantem planos de expansão para os próximos anos</title>
      <link>https://www.solarmar.com.br/enel-mantem-planos-de-expansao-para-os-proximos-anos</link>
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            Grupo tem meta de acrescentar 14 GW de energia limpa em seu portfólio até 2022
           
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          Por Ricardo Casarin
         
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          A Enel minimizou os possíveis efeitos da crise do coronavírus em seus planos de crescimento em projetos renováveis em 2020. Ao divulgar resultados financeiros na última quinta-feira (19), a companhia italiana declarou que a pandemia não trouxe prejuízos materiais a cadeia de fornecimento de seus projetos. O grupo tem meta de acrescentar 14 GW de energia limpa em seu portfólio até 2022.
         
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          “Nós temos um horizonte de ganhos muito visível. Mais de 80% do nosso EBITDA tem origem em atividades contratadas que não são afetadas pelo COVID-19”, declarou o CEO da Enel, Francesco Starace, durante teleconferência. O executivo afirmou que acredita que a empresa pode sair desse ciclo com poucas perdas.
         
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          Mais de 35 mil funcionários, cerca de metade da força de trabalho global da Enel, estão trabalhando de maneira remota atualmente. Em 2019, a empresa apresentou crescimento de 6,3% da receita, totalizando US$ 86,2 bilhões, e um incremento de 8,3% no EBITDA, registrando US$ 19 bilhões.
         
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          A Enel apontou que a geração por fontes renováveis foi a principal impulsionadora do crescimento do ano passado. Por meio da Enel Green Power, o grupo adicionou cerca de 3 GW de capacidade ao longo de 2019, contrastando com uma redução de 4,1 GW na energia de carvão no mesmo período. 
         
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          Em novembro, a companhia revelou planos de expandir investimentos em projetos de energia limpa, reforçando foco em mercado onde tem presença integrada, como Itália, Espanha, Chile e Brasil. É esperada uma capacidade adicional de 4 GW em renováveis apenas em 2020 a um portfólio que já conta com 45,9 GW. Com 3,6 GW, a energia solar está em terceiro no ranking da Enel, atrás da fonte hídrica (28,1 GW) e eólica (10,8 GW).
         
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          Empreendimentos em geração fotovoltaica são parte integral desses planos, incluindo a expansão do parque solar São Gonçalo, no Piauí. A obra irá aumentar para 608 MW a capacidade total da usina, que já é considerada a maior da América do Sul. Serão investidos R$ 422 milhões e a previsão é que a operação comece a funcionar ainda nesse ano. 
         
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      <pubDate>Mon, 30 Mar 2020 14:32:19 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Escolas, postos e metrô de Fortaleza serão abastecidos por energia solar</title>
      <link>https://www.solarmar.com.br/escolas-postos-e-metro-de-fortaleza-serao-abastecidos-por-energia-solar</link>
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             Município deve poupar pelo menos 10% nos gastos com energia elétrica
            
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          A cidade de Fortaleza, no Ceará, vai utilizar a energia solar para abastecer escolas, postos e saúde e o metrô da cidade. Segundo a prefeitura, o município deve poupar na área de educação e saúde pelo menos 10% nos gastos com energia elétrica, podendo chegar até R$ 2,8 milhões no custo atual com energia.
         
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          Trata-se de um projeto de lei que prevê o modelo de Parceria Público Privada (PPP) para “implantação, gestão, operação e manutenção da geração de energia solar” nas escolas e unidades de saúde pública do estado. A ideia é utilizar energia limpa, contribuindo para a questão ambiental e direcionando melhor a capacidade de investimento da Prefeitura.
         
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          O vencedor da concessão vai instalar placas solares nas próprias unidades públicas ou em usinas externas, para garantir o fornecimento de energia limpa a rede. Além da usina, será exigido projeto de eficiência energética, incluindo a troca de lâmpadas convencionais por LED e de equipamentos por opções mais modernas e que consumam menos. Segundo o coordenador de PPPs da prefeitura, Rodrigo Nogueira, a empresa escolhida também será responsável por todo o ônus de reposição.
         
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          A linha azul do metrô de Fortaleza também será abastecida por energia solar. A ordem de serviço para compra, montagem e instalação de placas no metrô já foi assinada em fevereiro deste ano e o prazo para instalação é de 12 meses. O projeto será executado pelo Consórcio Solar-For, com recursos do Tesouro Estadual do Ceará e da Caixa Econômica Federal da ordem de R$1,6 milhão. 
         
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          O sistema será instalado em quatro estações da linha azul do metrô. Serão instaladas 650 placas solares na estação Juscelino Kubitschek (JK) e outras 325 na estação Padre Cícero.  A expectativa é de que a quantidade de energia solar produzida nas duas estações venha suprir a demanda elétrica de pelo menos quatro estações da Linha Sul.
         
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  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A empresa ficará responsável pela instalação dos painéis, que poderão ser fixados direto nos empreendimentos ou em usinas externas e também pela troca de lâmpadas e outros equipamentos para uma maior eficiência energética. 
         
                  &#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
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          O prazo da execução do projeto é de pelo menos um ano, seis meses para instalação e mais seis meses para a operação assistida, funcionando como fase de testes em que serão feitos os ajustes necessários.
         
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          A ideia é que a energia excedente produzida pelas placas solares das estações seja transferida para a rede de distribuição da Capital. Na sequência, esse excedente é revertido para o metrô em forma de crédito em produção elétrica. Assim, a empresa poderá obter compensações nas contas de energia, representando uma economia na operação.
         
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      <pubDate>Thu, 26 Mar 2020 14:09:30 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Governo de São Paulo estuda implementação de geração solar em oito mil prédios</title>
      <link>https://www.solarmar.com.br/governo-de-sao-paulo-estuda-implementacao-de-geracao-solar-em-oito-mil-predios</link>
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            Estado mantém dois projetos pilotos instalados nos municípios de São Vicente e Guaíra
           
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          Por Ricardo Casarin
         
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          O Governo de São Paulo estuda a implementação de sistemas fotovoltaicos de geração de energia em oito mil edifícios no estado. Atualmente, a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA) monitora o andamento de dois projetos pilotos instalados nos munícipios de São Vicente e Guaíra. “Estamos acompanhando a economia, eficiência energética e o tempo de payback nas duas cidades. Os resultados até aqui têm sido positivos”, afirma o subsecretário de Infraestrutura da SIMA, Glaucio Attorre. Ele explica que o projeto está sendo desenvolvido em convênio com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). 
         
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          Attorre assinala que ambas as regiões têm perfis bastante adequados para gerar energia por meio de placas fotovoltaicas. “De modo geral, todo o estado tem boas condições para isso. Estamos estudando e trabalhando na modelagem da instalação desses sistemas em oito mil edifícios e, em breve, iremos divulgar mais detalhes.”
         
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          De acordo com o último levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), São Paulo está na terceira colocação no ranking estadual de geração distribuída, com um total de 268 MW de potência instalada. “Gostaríamos de subir no ranking, mas acredito que ainda temos que caminhar e adquirir mais conhecimento. A ideia desses projetos é servir de exemplo”, afirma o subsecretário. 
         
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          Ele acredita que o fato de o estado já ter fornecedores instalados em seu território pode ajudar na difusão da fonte. Como exemplo, ele cita a Globo Brasil e a BYD. Em relação a incentivos fiscais, Atorre assinala que o governo tem avaliado com cautela. “Por enquanto estamos mantendo a isenção de ICMS [Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços] em geração de até 1 megawatt. Estamos estudando a ampliação disso, mas temos que manter a responsabilidade com nossa meta fiscal. Alguns estados ampliaram para 5 megawatts e tiverem problemas de arrecadação.”
         
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          Atualmente, há um projeto de lei em tramitação na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) de autoria do deputado Gil Lancaster (PSB) que propõe ampliar a participação da energia solar na matriz energética do estado por meio da instalação de sistemas fotovoltaicos em comunidades indígenas, quilombolas, caiçaras e em regiões distantes de redes de transmissão de energia elétrica, além da implantação de sistemas térmicos para aquecimento de água em residências de famílias de baixa renda.
         
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      <pubDate>Tue, 24 Mar 2020 11:46:24 GMT</pubDate>
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    <item>
      <title>Jovem cria barco movido a energia solar para limpar rios</title>
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            Holandês Boyan Slat desenvolveu uma embarcação que consegue coletar 110 toneladas de lixo por dia para serem reciclados.
           
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          O jovem holandês Boyan Slat desenvolveu uma embarcação para limpar rios movida a energia solar, que consegue coletar 110 toneladas de lixo por dia, trazendo todos os resíduos para a terra firme, onde poderão ser reciclados. Segundo o próprio criador, o trabalho iniciará no rio Kelang, na Malásia, e nos esgotos de Cengkareng, em Jakarta, na Indonésia.
         
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          Para Slat, o ideal seria que a barca fosse replicada em larga escala, estando ativa em todos os rios mais poluídos do planeta até 2025. “Embora ainda tenhamos muito mais trabalho a fazer, sou eternamente grato pelo comprometimento e dedicação da equipe à missão e espero continuar com a próxima fase de desenvolvimento”, disse.
         
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          Cinco anos antes ele já havia criado um dispositivo de limpeza capaz de remover 80 mil toneladas de plástico do Oceano Pacífico por ano. Batizada de Ocean Cleanup (“Limpeza Oceânica”, em tradução livre), a embarcação opera como uma barreira, aproveitando as correntes oceânicas para bloquear os resíduos encontrados no mar.
         
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          Nomeado por ele como “Interceptor”, o projeto tem o apoio de mais de 100 pesquisadores e ambientalistas e atua na costa do Haiti e da Califórnia, área de grande concentração de objetos de plástico (1 trilhão de detritos). “Permanecemos firmes na nossa determinação de resolver imensos desafios técnicos para chegar a esse ponto.” 
         
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          Apesar de ser desenvolvido para passeio, o Brasil já conta com barcos movidos a energia solar. Um deles está localizado em Bonito (MS), um dos principais cenários de ecoturismo do Brasil, e segue regras rígidas de preservação da natureza. O passeio sustentável percorre um trecho de 500 metros pelo Rio Mimoso, passando por paisagens deslumbrantes com cachoeiras, mirantes e morros. E para isso, o barco é alimentado pela energia sol, sempre presente no céu sul-mato-grossense.
         
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          Nomeado de Biguá, uma das aves aquáticas mais avistadas na zona rural do município, o barco fica na Estância Mimosa, distante 25,3 km em relação ao centro de Bonito. Seu modelo é o Safari 7.0 M, equipado com duas placas solares adaptadas para tocar o motor elétrico, e capacidade para 15 pessoas sentadas.
         
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          As vantagens são inúmeras. Além de silencioso, o barco é movido a energia 100% limpa. Segundo Thyago Sabino, gerente da Estância Mimosa, a aquisição do barco é uma importante inovação, especialmente em um estado que tem o turismo de natureza como carro-chefe.
         
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          “Além de conciliar modernidade, tecnologia sustentável, o Biguá vai ao encontro com o que desejamos oferecer: a experiência de integração na natureza com equipamentos modernos, seguros e confortáveis para nossos visitantes”, afirmou o gerente.
         
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      <pubDate>Mon, 23 Mar 2020 14:24:35 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Tribunal Superior Eleitoral tem economia de R$ 1,6 milhão com energia solar</title>
      <link>https://www.solarmar.com.br/tribunal-superior-eleitoral-tem-economia-de-r-1-6-milhao-com-energia-solar</link>
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             Iniciativa pioneira nos edifícios do Judiciário brasileiro é responsável pela produção de 20% da eletricidade consumida nos dois prédios do órgã
            
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          Desde sua inauguração, em novembro de 2017, a Usina Minigeradora Fotovoltaica do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já proporcionou uma economia de R$ 1,6 milhão em energia elétrica para a Corte Eleitoral. A iniciativa pioneira nos edifícios do Judiciário brasileiro é responsável pela produção de 20% da eletricidade consumida nos dois prédios do Tribunal.
         
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          A usina está instalada no edifício anexo do TSE e funciona de forma sustentável, utilizando a irradiação solar – absorvida entre 8h30 e 16h30, com picos ao meio-dia, horário em que o sol está posicionado bem acima das placas fotovoltaicas que compõem o dispositivo para gerar energia elétrica. O sistema ainda proporcionará economia por cerca de duas décadas, já que a vida útil média do equipamento é de 25 anos.
         
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          O engenheiro eletricista Alexandre do Nascimento Silva, servidor do TSE que idealizou o projeto, destaca que a energia fotovoltaica é gerada a partir de materiais fáceis de serem encontrados, como o silício, e não traz nenhum tipo de degradação ambiental. “Em termos de sustentabilidade, não há energia melhor do que essa fonte limpa e renovável e não poluente. A quantidade de energia produzida está ligada ao nível de irradiação. Quanto maior irradiação solar vai gerar mais energia limpa”, explica o especialista.
         
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          Somente em 2019, segundo o servidor, o TSE economizou R$ 770 mil seriam gastos – como o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Tribunal de Contas da União (TCU) – que também aderiram à iniciativa. “Espero que todos sigam o exemplo do Judiciário”, complementa Alexandre do Nascimento.
         
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  &lt;div&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Em Brasília, todos os órgãos públicos localizados aderiram ao uso da energia solar para a produção de eletricidade os Tribunais Regionais Eleitorais do Amapá, do Ceará, de Goiás, do Maranhão, de Mato Grosso, de Mato Grosso do Sul, do Pará, do Paraná, de Sergipe e de Tocantins.
         
                  &#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A construção da Usina Minigeradora Fotovoltaica atende à Resolução TSE nº 23.474/2016, que prevê a implantação do Plano de Logística Sustentável da Justiça Eleitoral (PLS-JE), e à Resolução CNJ nº 201/2015, normativo elaborado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que recomenda a promoção da sustentabilidade ambiental, econômica e social pelo Poder Judiciário.
         
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  &lt;/div&gt;&#xD;
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      <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 18:18:10 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>São Paulo testa primeira usina fotovoltaica flutuante</title>
      <link>https://www.solarmar.com.br/sao-paulo-testa-primeira-usina-fotovoltaica-flutuante</link>
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  &lt;div&gt;&#xD;
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            Com investimento de R$ 450 mil em equipamentos, projeto tem 100 kW de potência e uma área de mil metros quadrados
           
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          A represa Billings, em São Paulo, está testando a primeira usina fotovoltaica na região. Na prática, as boias estão sendo colocadas embaixo de placas de energia solar, que ficarão sobre a água captando energia. O projeto tem 100 kW de potência e uma área de mil metros quadrados. No total, foram gastos R$ 450 mil em equipamentos.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Com duração de 90 dias, o teste vai avaliar se é viável instalar mais usinas flutuantes em outras áreas do reservatório que abastece a capital. Caso o resultado seja promissor, a ideia é instalar mais delas nas represas de Billings e Guarapiranga. 
         
                  &#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Marcos Penido, secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente, afirma que o apoio da população e da iniciativa privada é fundamental para o sucesso do projeto. “Estamos buscando cada vez mais formas de incentivar a preservação do meio ambiente por meio do desenvolvimento sustentável dessas represas que são de extrema importância para o abastecimento da região”, completa.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A Tractebel está desenvolvendo o projeto básico de fotovoltaicas solares flutuantes com capacidade de 30 MW na barragem hidrelétrica da Batalha, de 52,2 MW localizada no rio São Marcos, em Goiás, de propriedade do grupo estatal brasileiro Furnas Centrais Elétricas. Nesse grande projeto de energia renovável, a Tractebel será responsável pelo projeto para a implantação das usinas I, II e III.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
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          Para atingir uma potência instalada total de 30MW, será instalado 90.900 módulos fotovoltaicos flutuantes no reservatório, o equivalente para suprir a energia mensal de aproximadamente 30.000 residências.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
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  &lt;/div&gt;&#xD;
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          O Brasil já abriga uma usina solar à deriva adicional de 1 MW na barragem de Sobradinho, um centro hidrelétrico de 175 MW no rio São Francisco, em Sobradinho, no estado da Bahia.
         
                  &#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A energia solar fotovoltaica flutuante é uma ótima alternativa no Brasil, já que os componentes, bem como a colocação de estruturas à deriva, podem ajudar a diminuir a dissipação dos tanques de armazenamento de água atualmente testados, além de aumentar o fornecimento de energia elétrica em períodos secos.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
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    &lt;br/&gt;&#xD;
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          No mesmo caminho, a Furnas Centrais Elétricas também estuda qual é a melhor maneira para a implantação de energias solar e eólica na Usina Hidrelétrica de Itumbiara, no rio Paranaíba, a maior usina do Sistema Furnas e fica localizada entre os municípios de Itumbiara, em Goiás, e Araporã, em Minas Gerais. A ideia é instalar um sistema de geração de energia solar fotovoltaica no entorno e no reservatório da usina. 
         
                  &#xD;
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          Para aproveitar a energia solar gerada durante o dia, o projeto inclui o armazenamento da energia em sistemas de hidrogênio e eletroquímico. “Vamos armazenar energia gerada através da fonte solar para buscar ter um período maior de fornecimento de energia dessa fonte”, disse o gestor técnico da Gerência de Pesquisa, Serviços e Inovação Tecnológica de Furnas, Jacinto Maia Pimentel. 
         
                  &#xD;
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          Além das baterias de alta capacidade, o armazenamento será feito por meio de hidrogênio líquido. O projeto básico de pesquisa e desenvolvimento (P&amp;amp;D) de Furnas já foi iniciado e deve ser concluído em 32 meses, com investimento previsto de R$ 44,6 milhões da carteira de P&amp;amp;D de Furnas. A iniciativa é fruto da parceria com a empresa Base-Energia Sustentável, associada à Universidade Estadual Paulista (Unesp), à Universidade de Campinas (Unicamp), ao Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Goiás (Senai-GO), à Universidade de Bradenburgo (Alemanha) e à PV Solar.
         
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      <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 11:28:21 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Mais maduro, mercado solar fotovoltaico deverá atrair novos players em 2020, avalia CELA</title>
      <link>https://www.solarmar.com.br/mais-maduro-mercado-solar-fotovoltaico-devera-atrair-novos-players-em-2020-avalia-cela</link>
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            Diretora da empresa acredita que a maior abertura do mercado livre de energia será importante para a expansão do setor
           
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          A consultoria Clean Energy Latin America (CELA) aponta que, com a maior maturidade do setor fotovoltaico no Brasil, novas grandes empresas deverão ingressar no mercado em 2020. “Devemos continuar vendo a entrada de novos grandes players na geração centralizada, e de players de todos os portes na geração distribuída”, avalia a diretora geral da CELA, Camila Ramos.
         
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          Ela destaca que, ao longo do ano, importantes empreendimentos entrarão em operação. “Veremos a entrada de operação de grandes projetos de geração distribuída, que buscam a manutenção das regras regulatórias vigentes, além de diversos projetos de geração centralizada de leilões e do mercado livre.”
         
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          Ramos inclui a Lightsource BP, CGN e a Brookfield como grandes players que entraram recentemente no setor de geração solar centralizada no Brasil “Já em geração distribuída, vimos a consolidação de grandes empresas. Algumas delas focadas exclusivamente em GD, como a Órigo, Alsol, Bluesol, Solled, Solarvolt, GD Solar, Faro, Axis, Athon, entre outras, além das milhares de empresas de GD integradoras que atendem os diferentes mercados no país. Também vimos a entrada das distribuidoras de energia e utilities no segmento de GD, como a Enel, Engie, EDP e CPFL.”
         
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          A diretora da CELA acredita que a maior abertura do mercado livre de energia será importante para a expansão do setor. “Vai aumentar o mercado para empresas solares, uma vez que consumidores hoje cativos poderão migrar para o ambiente de contratação livre. Como a energia solar está cada vez mais competitiva quando comparada com as outras fontes, seu mercado potencial aumentará significativamente”. Por outro lado, ela destca que empresas de GD focadas apenas no sistema de compensação de energia terão a oportunidade de rever seus modelos de negócios para abordar as novas oportunidades deste mercado.
         
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          Ramos também prevê que o mercado brasileiro de energia solar se beneficiará de diversos outros fatores. “A queda no custo da tecnologia, aumento da eficiência dos projetos, maiores investimentos no setor, diversificação de modelos de negócios, maior adoção e preferência da energia solar por consumidores, maiores e melhores oportunidades de financiamento dos projetos, entre outros.”
         
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      <pubDate>Tue, 17 Mar 2020 12:29:55 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Araguaína (TO) terá órgãos públicos abastecidos por energia solar</title>
      <link>https://www.solarmar.com.br/araguaina-to-tera-orgaos-publicos-abastecidos-por-energia-solar</link>
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            Escola Joaquim Carlos Sabino dos Santos já utiliza a fonte fotovoltaica e a previsão é economizar até 90% na conta de energia
           
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          Quatro prédios da Prefeitura de Araguaína (TO) serão abastecidos por energia solar, por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE) da Energisa. As unidades beneficiadas são: escola Joaquim Carlos Sabino dos Santos, a Creche Elizabeth Alves Carvalho, o Centro de Referência em Assistência Social (CRAS III) e a Unidade Básica de Saúde (UBS) do Lago Azul.
         
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          Além da instalação das placas solares, que geram uma economia de 90%, também foram substituídos nas unidades eletrodomésticos e luminárias por modelos mais eficientes. A escola Joaquim Carlos Sabino dos Santos já começou a ser abastecida pela energia solar. De acordo com o diretor da escola, Cláudio Morais, a negociação com a Energisa iniciou em 2018.
         
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    &lt;br/&gt;&#xD;
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          “A empresa visitou a escola e comentou que tínhamos estrutura para receber o programa. Assim, procuramos a parceira”, explicou o diretor. Por conta da proximidade e elevado consumo de energia, a demanda acabou se estendendo aos outros prédios.
         
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  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          O programa incluiu a troca das lâmpadas florescentes por LED e dois freezers e uma geladeira alterados para equipamentos com menor consumo, além da instalação do sistema que gera energia solar. “No total foram substituídas luminárias das 27 salas, sendo cinco da administração; mais dos dois laboratórios, que são de Ciência e Informática; também dos corredores, refeitório e ginásio de esportes”, detalhou Morais sobre a modernização.
         
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          A creche do setor também recebeu o sistema de geração fotovoltaica e deve iniciar o funcionamento ainda no mês de março. A UBS e o CRAS também terão substituição de lâmpadas e eletrodomésticos, como parte do programa de eficiência.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
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          Segundo a Energisa, todo o investimento em compra de equipamentos e mão de obra, na casa dos R$ 300 mil, é realizado pela própria empresa. “Esse tipo de programa estimula nossos clientes para o uso racional de energia elétrica. Além de combatermos o desperdício que resultará na redução do consumo de energia elétrica”, destacou Domingos Pinto Costa Júnior, analista de Eficiência Energética da empresa.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
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          Anualmente, um percentual da receita líquida operacional da Energisa Tocantins, por meio do Programa de Eficiência Energética da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), é aplicado para o desenvolvimento de projetos que busquem promover o uso eficiente da energia elétrica em todos os setores da economia. O objetivo é incentivar o surgimento de novas tecnologias, assim como repensar práticas e costumes com foco no uso racional da energia elétrica.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
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      <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 12:39:25 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>PL contra a taxação da energia solar é avaliada como benéfica por representantes do setor</title>
      <link>https://www.solarmar.com.br/pl-contra-a-taxacao-da-energia-solar-e-avaliada-como-benefica-por-representantes-do-setor</link>
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
            Para a ABSOLAR, trata-se de iniciativa suprapartidária em prol do desenvolvimento econômico e sustentável do País
           
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
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         De São Paulo
         
                  &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Entidades representantes dos setores de energia solar e geração distribuída avaliam positivamente o Projeto de Lei (PL) para regulamentar o mercado. A proposta do deputado Lafayette de Andrade (Republicanos-MG) é vista como contraponto a revisão da Resolução 484 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Para o CEO da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), Rodrigo Sauaia, o PL é benéfico para o desenvolvimento da fonte renovável no Brasil. “Trata-se de iniciativa suprapartidária em prol do desenvolvimento econômico e sustentável do País, com geração de emprego e renda, atração de investimentos privados, redução de custos para famílias, empresas e produtores rurais, com mais liberdade de escolha para os consumidores.” 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          “O texto proposto pela Aneel era ruim para o mercado e pegou de supressa fabricantes e investidores, só agradava as distribuidoras. A mobilização foi positiva, o deputado ouviu todos os setores e chegou-se a um termo mais próximo de um consenso”, aponta o presidente da Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD), Carlos Evangelista.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Originalmente, a Aneel propunha reduzir gradualmente subsídios da geração distribuída para remunerar o custo da rede. O debate gerou polêmica, pelo entendimento que a taxação poderia inviabilizar novos projetos e trazer insegurança jurídica. “Passou-se a ideia de que quatro ou cinco pessoas podiam mudar todo o setor em uma canetada”, conta Evangelista.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A repercussão gerou manifestações do presidente da República, Jair Bolsonaro, e dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, contra a taxação do setor. A articulação resultou no PL, que estabelece que projetos de GD que protocolarem solicitação de acesso até 31 de dezembro de 2020, ficam nas regras atuais até 2045. Já as novas instalações ficam com os incentivos atuais, sem nenhuma mudança, até o fim de 2021. A partir de janeiro de 2022, a geração distribuída entra em um processo de aumento gradual na tarifa. O texto ainda não foi apresentado para votação. “Ainda não temos a minuta, só os principais pontos. Mas é um projeto muito interessante, esperamos que seja rapidamente aprovado”, diz Evangelista.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Para o presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk, promover a energia solar fotovoltaica é medida alinhada com as melhores práticas internacionais. “No Brasil, a fonte é cada vez mais acessível à população, de todas as faixas de renda, além de ser uma locomotiva de crescimento econômico. O mercado poderá gerar cerca 672 mil novos empregos aos brasileiros na microgeração e minigeração distribuída até 2035, com a manutenção das regras atuais.”
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 13 Mar 2020 14:35:05 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Solar e Eólica lideram leilões globalmente</title>
      <link>https://www.solarmar.com.br/solar-e-eolica-lideram-leiloes-globalmente</link>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
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        &lt;font&gt;&#xD;
          
                          
             Segundo agência, fontes possuem alta competitividade nos certames 
            
                        &#xD;
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    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
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         A energia solar fotovoltaica e eólica são as protagonistas dos leilões mundiais, garantido a competitividade dessas modalidades de geração, conforme aponta um estudo lançado esta semana pela Agência Internacional de Energia Renovável (Irena, na sigla em inglês). Ainda segundo o estudo, mesmo que, de maneira mais lenta, os preços da solar mantiveram pelo mundo quedas consecutivas, enquanto a energia eólica onshore mostrou um preço médio global de leilão um pouco mais alto em 2018 em comparação com o ano anterior. 
         
                  &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          O estudo ‘Renewable energy auctions: status and trends beyond price’ (ou leilões de energia renovável: status e tendências além do preço) destaca que, à medida que o setor de energia renovável amadurece, as políticas devem ser adaptadas para refletir as mudanças nas condições do mercado. O preço competitivo é ponto principal para a popularidade dessas fontes de energia limpa. 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Dessa forma, segundo o estudo, os formuladores de políticas buscam adquirir nos leilões de energia com base em fontes de energia renovável, o menor preço e cumprir objetivos socioeconômicos em seus países.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Mas segundo o Irena, além do preço atrativo, a combinação desses leilões com políticas financeiras, industriais, trabalhistas e educacionais pode contribuir para o cumprimento de objetivos socioeconômicos mais amplos, apoiando uma transição energética justa e inclusiva.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          O foco da publicação gira em torno de como realizar leilões para atingir objetivos que vão além de preços competitivos. Segundo a entidade, além de adquirir energia pelo menor valor, se os certamos forem projetados de formas inovadoras poderão ajudar a alcançar objetivos nacionais específicos, como aumentar a energia solar e eólica, integrar participações mais altas dessas fontes na rede, garantir maior participação de comunidades, pequenas empresas ou novos entrantes no mercado e maximizar os benefícios das fontes, incluindo a criação de empregos.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
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    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          O Brasil também colaborou com o estudo, com o apoio de Luiz Barroso, Gabriel Cunha, João Pedro, Ana Beatriz Carvalho Werlang, Juliana Xavier e Bernardo Bezerra, da consultoria PSR. Apesar disso, o país ainda está em processo de adesão para se tornar membro efetivo da associação.
         
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  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 09 Mar 2020 12:07:31 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Nordeste tem novo recorde na geração de energia solar</title>
      <link>https://www.solarmar.com.br/nordeste-tem-novo-recorde-na-geracao-de-energia-solar</link>
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      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;i&gt;&#xD;
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      &lt;/span&gt;&#xD;
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  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;i&gt;&#xD;
            
                            
              Eletricidade produzida foi suficiente para suprir 10,1% da carga da região nordestina
             
                          &#xD;
          &lt;/i&gt;&#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
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    &lt;div&gt;&#xD;
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          &lt;i&gt;&#xD;
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          &lt;/i&gt;&#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
           A região Nordeste registrou um novo recorde de geração solar no dia 19 de fevereiro. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a geração instantânea, no pico, alcançou 1.257 MW às 14h08. No momento do recorde, a energia gerada a partir do Sol foi suficiente para suprir 10,1% da carga da região nordestina. Essa potência corresponde a 92,2% da capacidade total de geração das usinas solares. 
          
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          O recorde anterior era de 16 de janeiro, quando foram gerados 1.232 MW. O Nordeste passa por um boom de investimentos em novas usinas de geração solar fotovoltaica, após os últimos leilões de energia realizados pelo governo, no qual a maioria dos projetos foi focado na região. 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), hoje o Nordeste conta com 54 usinas desse tipo já em operação, com potência somada de 1.513 MW, considerando as registradas como produtores independentes de energia. Ainda segundo o órgão regulador, desse total, dez começaram a gerar energia no ano passado.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A região ainda se prepara para receber mais 23 usinas em construção e 68, que já foram outorgadas, mas ainda não estão com obras iniciadas. Ainda. Elas estão localizadas na Bahia, Paraíba, Ceará, Rio Grande do Norte e Piauí. 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Assim que estiverem em funcionamento, essas novas usinas de grande porte adicionarão outros 3.448 MW, volume que triplicará a capacidade atual na região, e por consequências, trarão novos recordes de geração de energia solar nos próximos anos.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o Brasil possui atualmente 2,2 GW de potência instalada operacional em usinas solares fotovoltaicas de grande porte, o equivalente a 1,3% da matriz elétrica do País. Estas usinas solares fotovoltaicas operam em nove estados brasileiros, nas regiões Nordeste, Sudeste e Norte do País, com destaque para Bahia, Minas Gerais, Ceará, Piauí e São Paulo.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Hoje, o país conta com 73 projetos de geração centralizada solar fotovoltaica em operação, contratados por meio de leilões de energia elétrica do Governo Federal. Mas a fonte solar fotovoltaica tem se tornado cada vez mais competitiva e estratégica ao Brasil. Por isso, deverá assumir maior protagonismo no planejamento da expansão da capacidade de geração da matriz elétrica brasileira, como uma das principais soluções para a redução do preço da energia elétrica e para o crescimento econômico em território nacional. A previsão é que os investimentos privados em grandes usinas solares fotovoltaicas no Brasil ultrapassem R$ 23,2 bilhões.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A região Nordeste, em especial, tem alto índice de irradiação solar e favorece a atratividade para o desenvolvimento de novos projetos solares fotovoltaicos de pequeno, médio e grande portes. As usinas solares fotovoltaicas do Brasil têm se destacado por sua alta produtividade, com fator de capacidade médio 54% maior do que a média mundial, graças à combinação de um excelente recurso solar, do uso de equipamentos e componentes modernos e de alta tecnologia e do empenho do setor na operação das usinas.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 27 Feb 2020 12:51:28 GMT</pubDate>
      <author>websitebuilder@uolinc.com (Profile Profile)</author>
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    </item>
    <item>
      <title>Empresa de Pesquisa Energética observa queda drástica no preço da energia solar</title>
      <link>https://www.solarmar.com.br/empresa-de-pesquisa-energetica-observa-queda-drastica-no-preco-da-energia-solar</link>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
             Expectativa é que a fonte se consolide como uma das mais competitivas para expansão da matriz energética nacional
            
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
           
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A redução vertiginosa do preço da energia solar, verificada nos últimos leilões de energia, deve-se a maior competitividade do setor, que já possui oferta maior que a demanda de projetos. A informação é de Thiago Barral, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Em declarações à imprensa, Barral afirmou ainda que há uma gama de empresas e em
          
                    &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
            
          
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    
                    
          preendedores interessados em investir nessa fonte.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          O maior atrativo para os investidores, segundo declarações de Barral, é o baixo risco de desenvolvimento desses projetos, políticas corporativas e a capacidade de atrair capital para financiar empreendimentos. Conforme já foi apontado no Plano Decenal de Energia da EPE, colocado em consulta pública no ano passado, a previsão é que a energia solar se consolide como uma das fontes mais competitivas para expansão da matriz energética nacional.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          “Vale ressaltar que apenas uma fonte não é uma solução adequada para a segurança eficiente e para o menor custo do sistema. O ideal é a combinação de várias fontes. A energia solar, sozinha, não vai dar conta de atender às necessidades energéticas do país nos próximos anos, mas se apresenta como uma das fontes que têm papel relevante nesse cenário”, disse.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          As fontes solar e eólica, por exemplo, têm apresentado resultados surpreendentes nos últimos leilões, tornando-se cada vez mais competitivas. “Isso deve-se ao bom desempenho do setor, aliado a inovação e a estratégias das indústrias”, complementou.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          As hidrelétricas ainda respondem por mais de 70% da matriz energética nacional, mas esse porcentual vai diminuir ao longo dos anos, com a diversificação das fontes de energia. Esse cenário já pode ser observado nos últimos leilões que, segundo Barral, no curto prazo, não houve grandes projetos de hidrelétrica no Brasil. 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          “Com exceções da Usina de Castanheiras, em Mato Grosso, que a própria EPE vem estudando, com potência instalada de 140 megawatts (MW) de energia, que se encontra em etapa de licenciamento; a Usina de Tabajaras, em Rondônia, em estágio mais avançado de desenvolvimento, com capacidade de 400 MW; e a Usina de Bem Querer, em Roraima, com 650 MW, em fase de estudos de impacto ambiental na região e de componente indígena”, disse.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Esses projetos fazem parte do Programa de Parcerias de Investimento (PPI) pela condição de licenciamento ser um aspecto fundamental para o avanço desses empreendimentos, mas Barral lembra que nenhum deles passou por audiência pública.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 05 Feb 2020 12:49:20 GMT</pubDate>
      <author>websitebuilder@uolinc.com (Profile Profile)</author>
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    </item>
    <item>
      <title>Governo do Piauí abre licitação para instalação de miniusinas de energia solar</title>
      <link>https://www.solarmar.com.br/governo-do-piaui-abre-licitacao-para-instalacao-de-miniusinas-de-energia-solar</link>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
                      
           Empreendimentos devem entrar em funcionamento em janeiro de 2021, gerando ao estado uma economia de mais de R$ 7 milhões por ano na conta de luz
          
                    &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
           O Governo do Estado do Piauí lançou, na metade de janeiro, o edital de licitação do projeto de Miniusinas de Energia Solar, que será construído via Parceria Público-Privada. A produção de energia limpa será suficiente para atender a estrutura do governo, desde a prefeitura até escolas, delegacias e hospitais, tanto na capital quanto no interior, trazendo uma economia estimada aos cofres públicos de mais de R$ 7 milhões por ano.
          
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A licitação ocorrerá no dia 9 de março, às 9h, no auditório da SeadPrev. Serão quatro lotes e, após a contratação das concessionárias, serão definidas as cidades piauienses receberão as miniusinas. 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A previsão total de investimentos da iniciativa privada é de cerca de R$ 175 milhões. O projeto dispõe de oito miniusinas com capacidade de produção de 5MW cada. Essa geração será injetada na rede da concessionária de energia elétrica, que é a Equatorial Piauí, de modo que será implantado um sistema para gerenciar e compensar a energia produzida e a consumida pela administração estadual. 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Após a licitação, a previsão é que a contratação das empresas vencedoras ocorra ainda neste primeiro semestre para começar a funcionar no início de 2021. 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A superintendente da Suparc – Superintendência Estadual de Parcerias e Concessões, Viviane Moura, explica que as cidades contempladas terão um aumento da receita, com a maior arrecadação de impostos e de geração de emprego, que deve chegar a 640 vagas diretas e indiretas. “Além do aspecto econômico-social, há ainda o ganho ambiental, com o investimento em energia limpa e sustentável”, destaca.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          O projeto já ganhou destaque no PPP Awards &amp;amp; Conference Brazil, como a segunda melhor modelagem de PPP do país em 2019. A premiação aconteceu mês de dezembro de 2019, em São Paulo, considerado o principal evento do setor no país. 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Segundo o governador Wellington Dias, além da economia de custos ao estado, o projeto torna o Piauí referência para a contribuição à preservação do meio ambiente, sendo modelo para outros municípios e também pelo Governo Federal.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          “Será uma economia significativa, de R$ 7, 6 milhões por ano na conta de luz que o estado paga. Além disso, com esse projeto, o Piauí reconhecido cada vez mais como a região do mundo que fez uma opção de estimular a produção de energia limpa com hidrelétrica, energia solar e energia eólica”, disse.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sun, 02 Feb 2020 14:42:42 GMT</pubDate>
      <author>websitebuilder@uolinc.com (Profile Profile)</author>
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